PULSAR · ARCHITECTURE LANDSCAPE
Arquitetura da Pulsar
Architecture View em validação · derivada da fonte oficial Markdown + Git.
A Pulsar é destinada a adultos responsáveis por crianças. Selecione um elemento ou uma relação para consultar sua origem e seus limites.
01 / Estratégia
Propósito, público e princípio02 / Negócio
▤ Não exibido nesta visão: processos e jornada iniciais.
□ Não modelados: capabilities e value streams.
03 / Domínio
Conhecimento e transformaçãoMovimentos relacionados, revisitáveis e potencialmente sobrepostos. Não há início, fim ou causalidade garantida.
Perceber
Observar a situação, as manifestações da criança e os próprios padrões, gatilhos, emoções e reações.
Compreender
Investigar a criança, o adulto e o contexto, considerando interpretações possíveis sem concluir automaticamente uma causa.
Responsabilizar-se
Reconhecer sua participação e suas possibilidades de atuação na situação, sem assumir responsabilidade causal exclusiva.
Regular-se
Desenvolver condições para lidar com seus estados emocionais e escolher respostas mais conscientes.
Relacionar-se
Levar essa consciência e compreensão para a interação e o cuidado com a criança.
Tornar-se referência de segurança
Buscar uma atuação que contribua para relações mais seguras, conscientes e respeitosas.
Natureza e limites documentados
- O modelo não é necessariamente linear.
- Os movimentos podem se repetir, se sobrepor e ser revisitados.
- A sequência não representa garantia causal de resultado.
- A evolução do adulto não determina automaticamente o comportamento da criança.
- “Tornar-se referência de segurança” expressa uma direção de desenvolvimento, não um estado definitivo cuja realização esteja garantida.
O Transformation Model não é um Business Process: não especifica um fluxo operacional de atividades, responsáveis e entregas da empresa.
Também não é um Value Stream: não organiza as etapas pelas quais o negócio entrega valor a um destinatário.
Sua função é representar conceitualmente os movimentos da transformação buscada no adulto. Não define uma sequência obrigatória de produtos, conteúdos ou atendimentos.
▤ Conceitos e eventos: registros iniciais existentes, não exibidos nesta visão.
Estratégia / Outcomes desejados recolhidos
Esses outcomes expressam mudanças desejadas. Não representam resultados já comprovados para todos os participantes.
- Perceber seus próprios padrões, gatilhos e reações no exercício da parentalidade.
- Compreender melhor a criança e o contexto, mantendo abertura para interpretações possíveis.
- Reconhecer sua responsabilidade e suas possibilidades de atuação sem assumir causalidade exclusiva.
- Regular suas respostas diante das situações vividas com a criança.
- Realizar escolhas parentais mais conscientes e contextualizadas.
- Construir relações mais seguras, conscientes e respeitosas.
04 / Informação
□ Perspectiva ainda não modelada05 / Aplicações
□ Perspectiva ainda não modelada06 / Tecnologia
□ Perspectiva ainda não modeladaAs faixas organizam a leitura. Somente os conectores rotulados representam relações; atravessar uma faixa não cria associação com ela.
Legenda de estados e relações
- ● Confirmação atribuída — informação de pessoa identificada; não comprovação empírica.
- ◆ Decisão — escolha registrada para esta etapa.
- △ Hipótese — aplicada somente quando assim classificada na fonte.
- ◌ Em validação — adequação ou limites ainda em investigação.
- ? Pergunta aberta — questão ainda sem resposta.
- □ Não modelado — modelagem ausente nos documentos consultados.
- ▤ Não exibido nesta visão — registro existente fora do recorte do mapa.
- → Orientação / — Associação — sempre acompanhadas de rótulo e justificativa documental.
? Perguntas abertas
Pontos da DISC-003 para aprofundamento no domínio.
Consultar perguntas e decisões
- Como delimitar semanticamente “dor” e “cura” sem transformar a formulação de propósito em promessa de resultado?
- Quais situações reais exemplificam o conhecimento distintivo do Core Domain e seus limites?
- Como cada movimento do Transformation Model se manifesta e pode ser reconhecido na experiência do adulto?
- Que evidências permitirão distinguir participação, aprendizagem, mudanças nas respostas e outcomes?
- Como os termos relativos a crianças e às etapas de desenvolvimento devem ser harmonizados com materiais existentes que também mencionam adolescência?
- Como a referência anterior a profissionais que trabalham com famílias se relaciona com a fronteira aprovada de responsabilidade parental ou de cuidado?
- Quais mecanismos estão efetivamente ativos e qual papel desempenham na experiência oferecida?
Decisões registradas
- Delimitar a atuação à parentalidade e à responsabilidade pelo cuidado de crianças.
- Priorizar mães e reconhecer os demais adultos responsáveis como público secundário.
- Formalizar, nesta etapa, o candidato a Core Domain “Transformação do Adulto na Parentalidade”.
- Adotar o modelo conceitual Perceber → Compreender → Responsabilizar-se → Regular-se → Relacionar-se → Tornar-se referência de segurança.
- Distinguir propósito, público, princípio central, Core Domain, Transformation Model, outcomes e mecanismos de entrega.
- Preservar a independência conceitual do Core Domain em relação aos mecanismos de entrega.